Terapia: e se não for só sobre encontrar respostas?

Muitas pessoas que me procuram, chegam à terapia em busca de respostas. É interessante porque, de certa forma, eu acredito que o processo terapêutico tem menos a ver com encontrar respostas prontas e mais com construir perguntas importantes.
Perguntas sobre quem somos, sobre o que sentimos, sobre os caminhos que temos escolhido percorrer e sobre aqueles que, talvez, gostaríamos de construir.
Ao longo desse processo, vamos nos aproximando de partes da nossa história, revisitando experiências, reconhecendo dores, desejos, limites e possibilidades. Nem sempre é um caminho simples, ou linear. Mas costuma ser um caminho cheio de descobertas!
Não acredito na terapia como um lugar onde alguém vai dizer quem você deve ser ou o que deve fazer, e sim, como um encontro potente, que pode ajudar você a se escutar com mais clareza e a construir uma relação mais próxima consigo mesmo.
Enxergo a terapia como um mergulho em si mesmo, completo de possibilidades. E entendo que cada mergulho é único e tem seu próprio ritmo. Um movimento que vai se construindo dentro de um espaço seguro e acolhedor, onde não é preciso dar conta de tudo sozinho.
Onde existe tempo para desacelerar, sentir, refletir… e descobrir respostas que não poderiam ser encontradas em nenhum outro lugar além de nós mesmos.
Se você sente que seria importante buscar um espaço como esse e quiser conhecer melhor o meu trabalho, pode enviar uma mensagem pelo WhatsApp:

